Dias atrás pedi para meus alunos produzirem um texto respondendo: ¿Cómo estoy hoy? (...)
A maioria se disse cansado e feliz, pois não haveria aula nos próximos dois dias...
Refletindo um pouco sobre a pergunta é possível chegar a respostas boas, outras nem tanto, ou ainda, a muitas outras perguntas.
A vida é complexa, nossos pensamentos nos fazem viajar por lugares e tempos distantes. Sentimos saudade, sentimos medo, sentimos amor, paz ou perturbação.
Sentimos que fomos esquecidos, pouco reconhecidos, em becos sem saída. Nos sentimos solitários, sufocados...
Sentimos o hoje, sentimos ou ressentimos o ontem e ansiamos o amanhã.
vivemos buscando aprender que a vida é hoje! Estar vivo, poder andar, falar, ir e vir (em segurança), ter responsabilidades e vontades. Tudo pertence ao hoje. Ele deve ser o foco.
Se não me comprometo com meu hoje, seja fazendo o bem, seja cuidando de mim e do próximo, seja cultivando relacionamentos, meu amanhã não terá conteúdo. Será vazio de saúde, de satisfação e de pessoas.
¿Cómo estoy hoy? es reflejo de como estuve ayer y un puente para el como estaré mañana.
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
quinta-feira, 25 de junho de 2015
Desabafe com o “cara” certo!
Tem dias na vida emque tudo nos abala. Estamos com as estruturas balançantes. Com o animo desanimado.
Falta de alguém, falta de ouvidos, excesso de conflitos. Falta de amigos.
A vida muda toda hora. Mudamos de endereço, de emprego, de convívios.
Tem uma música que cantei pra pessoas que foram pra longe, uma parte dela diz: “na distância só o amor perdura”... Será que amamos de verdade? Nosso amor tem prazo de validade?
Entrei em uma crise sobre: o que estou fazendo? Será que devo continuar fazendo o que faço? Sinto-me incompetente, acho que estou fazendo de qualquer jeito. Não é isso que quero pra mim.
Escolhi ser professora, mas não posso escolher os alunos que tenho. Meu objetivo é fazer a diferença, mas ultimamente tenho sentido um “fracasso pessoal”...
Será que devo percorrer outro caminho? Voltar ao escritório, voltar a uma rotina mais “fácil” e previsível?
Precisava desabafar, contar isso pra alguém. Hoje pela manhã sentei na minha cama e abri meu coração para o melhor cara do mundo. Esse cara não fica longe de mim nunca, nem fecha os ouvidos para minhas lamúrias, lágrimas e sorrisos.
Obrigada meu amigo, você me ouviu, me acalmou e me deu um novo desafio.
Diante das minhas fraquezas e limitações, quando eu estava pensando que era hora de dizer “chega”, você veio e acrescentou ainda mais alunos às minhas mãos. Seja com prazo, ou tempo limitado... Foi uma resposta!
Tu tens o controle de tudo. Tu és o “cara” certo. O melhor amigo.
Me perdoe se me afasto de ti quando mais preciso te procurar. Obrigada por me ouvir, entender e responder. Te amo, meu amado amigo Jesus!
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Que sapatos apertam seus pés?
Pode parecer futilidade falar de sapatos. Mas se pensarmos bem, eles podem mudar um dia.
Alguns, podemos comparar com aquelas pessoas lindas e estonteantes por fora, mas que quando ficamos perto por um tempo não tem como suportar. Causam bolhas, dor e não vemos a hora de tirar. UFA!
Quem nunca comprou aquele sapato lindo, usou uma vez só e pronto? Salto alto demais, bico fino demais. Até sapatilha, que é baixinha, tem cara de boazinha, às vezes nos arranca o couro, literalmente.
Nos últimos tempos já comprei sapato achando que tinha feito um baita negócio – marca boa, bom material e bom preço – resultado: dedo machucado, unha com problema, bolso mais vazio.
Já emprestei sapato, e ... Nunca mais me devolveram. Era um bom sapato, super confortável, uma lástima. É bom repensar sobre o que vale emprestar e em quem vale confiar.
Já comprei sapato por 10% do valor, por um erro na vitrine e por ser mal atendida na loja. Quis dar uma lição na vendedora “mal criada”, mas vendi o sapato e nunca recebi por ele. Quem sou eu pra dar lição?
E os sapatos lindos e caros que combinam perfeitamente para uma única ocasião? Quem nunca comprou?
Ainda posso lembrar-me de uma bota bico fino e salto 5. Um verdadeiro investimento, nem parecia que estava com ela nos pés. Parei de usar pois o solado ficou liso demais e o salto esfarrapado. Mas ela ainda está lá, sendo usada por alguém.
Claro! Sapatos e pessoas tem funções distintas. Os sapatos calçam os pés, mas os melhores são os que caem como uma luva.
As pessoas não servem para ser usadas, mas, assim como os sapatos, deveriam ser suporte umas das outras. Algumas caem como luvas nas nossas vidas, outras, você não vê a hora de ficar bem longe, assim como o sapato apertado.
Não sei o que tem sido seu “calo”. Se é aquele sapato lindo, ou aquele sorriso falso. Talvez a sapatilha que parecia perfeita e tirou seu couro, ou talvez a pessoa que parecia perfeita e te decepcionou.
Sabe do que mais. Pra ter certeza se o sapato é realmente ideal não adianta só provar na loja, tem que amaciar. Pra saber se a pessoa é o que realmente parece é preciso conviver.
Alguns sapatos ficam guardados nas caixas, outros, você não abandona, leva ao sapateiro e ficam novinhos em folha, prontos pra te acompanhar por mais tempo.
Sobre as pessoas: tem algumas que vale a pena não desistir, são de pelica, ou da linha confortflex .Mesmo que desgastar, vale levar ao “sapateiro”!
Alguns, podemos comparar com aquelas pessoas lindas e estonteantes por fora, mas que quando ficamos perto por um tempo não tem como suportar. Causam bolhas, dor e não vemos a hora de tirar. UFA!
Quem nunca comprou aquele sapato lindo, usou uma vez só e pronto? Salto alto demais, bico fino demais. Até sapatilha, que é baixinha, tem cara de boazinha, às vezes nos arranca o couro, literalmente.
Nos últimos tempos já comprei sapato achando que tinha feito um baita negócio – marca boa, bom material e bom preço – resultado: dedo machucado, unha com problema, bolso mais vazio.
Já emprestei sapato, e ... Nunca mais me devolveram. Era um bom sapato, super confortável, uma lástima. É bom repensar sobre o que vale emprestar e em quem vale confiar.
Já comprei sapato por 10% do valor, por um erro na vitrine e por ser mal atendida na loja. Quis dar uma lição na vendedora “mal criada”, mas vendi o sapato e nunca recebi por ele. Quem sou eu pra dar lição?
E os sapatos lindos e caros que combinam perfeitamente para uma única ocasião? Quem nunca comprou?
Ainda posso lembrar-me de uma bota bico fino e salto 5. Um verdadeiro investimento, nem parecia que estava com ela nos pés. Parei de usar pois o solado ficou liso demais e o salto esfarrapado. Mas ela ainda está lá, sendo usada por alguém.
Claro! Sapatos e pessoas tem funções distintas. Os sapatos calçam os pés, mas os melhores são os que caem como uma luva.
As pessoas não servem para ser usadas, mas, assim como os sapatos, deveriam ser suporte umas das outras. Algumas caem como luvas nas nossas vidas, outras, você não vê a hora de ficar bem longe, assim como o sapato apertado.
Não sei o que tem sido seu “calo”. Se é aquele sapato lindo, ou aquele sorriso falso. Talvez a sapatilha que parecia perfeita e tirou seu couro, ou talvez a pessoa que parecia perfeita e te decepcionou.
Sabe do que mais. Pra ter certeza se o sapato é realmente ideal não adianta só provar na loja, tem que amaciar. Pra saber se a pessoa é o que realmente parece é preciso conviver.
Alguns sapatos ficam guardados nas caixas, outros, você não abandona, leva ao sapateiro e ficam novinhos em folha, prontos pra te acompanhar por mais tempo.
Sobre as pessoas: tem algumas que vale a pena não desistir, são de pelica, ou da linha confortflex .Mesmo que desgastar, vale levar ao “sapateiro”!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
A E-N-T-R-E-V-I-S-T-A (dedos que pensam)
Um famoso programa de entrevistas e debates resolveu questionar algo que tem sido o foco na vida de muitas pessoas... Muitos pensam e poucos refletem sobre o tema.
Bom dia meninas! Hoje iremos debater sobre: “O que ainda é real nesta era virtual?”.
Vocês são pessoas conectadas?
- Só um minutinho, preciso responder um whats aqui...Me considero conectadíssima! Estou sempre ligada, sempre por dentro das últimas...
- Eu amo isso, pois estou sempre perto de todos! A rede nos liga.
- Curto coisas mais profundas: ler, debater ideias.
- Meu lance é postar fotos! E ganhar muitos seguidores.
Vocês acham que a rede nos passa somente a verdade?
- A rede tem muitos personagens, as pessoas mostram só seu lado belo, ninguém gosta de se queimar para tantos seguidores.
- Há muita informação para pouco processamento interno (reflexão).
A rede pode afastar pessoas?
- Aproxima em informações, mas afasta em afago, em ouvir, em estar junto, mesmo que para fazer nada...
- Sou do tempo que nos juntávamos para uma janta, ou um jogo de cartas. Agora só nos falamos nos grupos...
E o que é mais satisfatório?
- No grupo você fala o que quer, e se não prestarem atenção em você não vai nem saber... Em uma jantinha há um envolvimento maior, mas alguém vai ter que lavar a louça hahah.
Então é mais prático se relacionar virtualmente? Não acha que esse pensamento pode acabar com os relacionamentos humanos?
- Nada pode substituir um namoro presencial, por exemplo. Mas dá mais trabalho lidar com as pessoas de perto. Acho que queremos tornar tudo muito prático nos dias de hoje.
- Talvez o individualismo, manias, não ceder seja o motivo de tantos solteiros.
Neste “novo mundo”, onde não há mais idade, todas as faixas etárias se conectam. Recebe-se informação o tempo todo, passa-se informação o tempo todo, há tempo para refletir?
- Acredito que as pessoas podem e devem refletir. A rede deveria nos fazer buscar fontes, buscar respostas, não simplesmente compartilhar informações, muitas vezes mentirosas. Vemos uma avalanche de falsidades por ai...
- Há também muita opinião disfarçada de noticia. Muita coisa tendenciosa, muita “verdade” imposta.
Há algo que a rede não consegue suprir?
- A saudade. O abraço. O cheiro. A olho no olho.
- Mas existe também a saudade virtual, a decepção virtual, o mal entendido, a fofoca, o ataque...
- Acho que as pessoas se sentem protegidas por trás de um perfil.
- A saudade virtual acontece quando a pessoa não te curte, não comenta nada, nem lembra de você... (talvez seja um ícone novo “estou te ignorando”).
A decepção vem quando você acompanha algo que te deixa triste, palavras, ações, quando se sente excluído pela pessoa... Diria que algumas pessoas se decepcionam facilmente, outras passam por cima. Será que este mundo virtual está nos fazendo passar por cima e deixando tudo “pra lá”?
Mal entendido... se com a boca e o olho no olho ele acontece, imagina com o teclado? Se não conseguimos expressar bem os sentimentos falando, quanto mais com nossa falta de talento para escrever. O outro entende com seu próprio ponto de vista.
- Fofocas, ichi, a rede é um prato cheio né? Sem comentário.
- Ataques acontecem o tempo todo, seja direta ou indiretamente. Seja à pessoa ou às suas opiniões.
- Eu me preocupo com essa geração que já nasceu nesta “era”. Alguns não conhecem nada de mundo. Não sabem de onde vem o que está nas prateleiras do supermercado, não sabem brincar, se relacionar. O maior vínculo se dá com seu smartphone ou tablet.
Isso não é assustador?
- Vivemos em um mundo onde parecer supera o ser.
Há um tempo, alguns preferiam Ter a Ser. Hoje já é possível preferir Parecer a SER.
- Pra onde estamos caminhando? Aonde iremos parar?
E pra você, o virtual supera tudo? Ele suprime o básico?
Nenhum afago é substituído por um “cutucar”.
Nenhum abraço de parabéns e uma palavra de incentivo falada com intensidade são substituídos por um “curtir”.
Nenhuma bronca, ou pedido de perdão é substituído por um “descurtir”.
Não bloqueie as pessoas que te cercam, não oculte o abraço, não desative as notificações das conquistas diárias de seus filhos, pais, amigos.
Se houver um apagão, ou se a internet ficar “fora” por uns dias, você poderá concluir que a vida real faz falta, e que viver de verdade ainda é a melhor alternativa.
Bom dia meninas! Hoje iremos debater sobre: “O que ainda é real nesta era virtual?”.
Vocês são pessoas conectadas?
- Só um minutinho, preciso responder um whats aqui...Me considero conectadíssima! Estou sempre ligada, sempre por dentro das últimas...
- Eu amo isso, pois estou sempre perto de todos! A rede nos liga.
- Curto coisas mais profundas: ler, debater ideias.
- Meu lance é postar fotos! E ganhar muitos seguidores.
Vocês acham que a rede nos passa somente a verdade?
- A rede tem muitos personagens, as pessoas mostram só seu lado belo, ninguém gosta de se queimar para tantos seguidores.
- Há muita informação para pouco processamento interno (reflexão).
A rede pode afastar pessoas?
- Aproxima em informações, mas afasta em afago, em ouvir, em estar junto, mesmo que para fazer nada...
- Sou do tempo que nos juntávamos para uma janta, ou um jogo de cartas. Agora só nos falamos nos grupos...
E o que é mais satisfatório?
- No grupo você fala o que quer, e se não prestarem atenção em você não vai nem saber... Em uma jantinha há um envolvimento maior, mas alguém vai ter que lavar a louça hahah.
Então é mais prático se relacionar virtualmente? Não acha que esse pensamento pode acabar com os relacionamentos humanos?
- Nada pode substituir um namoro presencial, por exemplo. Mas dá mais trabalho lidar com as pessoas de perto. Acho que queremos tornar tudo muito prático nos dias de hoje.
- Talvez o individualismo, manias, não ceder seja o motivo de tantos solteiros.
Neste “novo mundo”, onde não há mais idade, todas as faixas etárias se conectam. Recebe-se informação o tempo todo, passa-se informação o tempo todo, há tempo para refletir?
- Acredito que as pessoas podem e devem refletir. A rede deveria nos fazer buscar fontes, buscar respostas, não simplesmente compartilhar informações, muitas vezes mentirosas. Vemos uma avalanche de falsidades por ai...
- Há também muita opinião disfarçada de noticia. Muita coisa tendenciosa, muita “verdade” imposta.
Há algo que a rede não consegue suprir?
- A saudade. O abraço. O cheiro. A olho no olho.
- Mas existe também a saudade virtual, a decepção virtual, o mal entendido, a fofoca, o ataque...
- Acho que as pessoas se sentem protegidas por trás de um perfil.
- A saudade virtual acontece quando a pessoa não te curte, não comenta nada, nem lembra de você... (talvez seja um ícone novo “estou te ignorando”).
A decepção vem quando você acompanha algo que te deixa triste, palavras, ações, quando se sente excluído pela pessoa... Diria que algumas pessoas se decepcionam facilmente, outras passam por cima. Será que este mundo virtual está nos fazendo passar por cima e deixando tudo “pra lá”?
Mal entendido... se com a boca e o olho no olho ele acontece, imagina com o teclado? Se não conseguimos expressar bem os sentimentos falando, quanto mais com nossa falta de talento para escrever. O outro entende com seu próprio ponto de vista.
- Fofocas, ichi, a rede é um prato cheio né? Sem comentário.
- Ataques acontecem o tempo todo, seja direta ou indiretamente. Seja à pessoa ou às suas opiniões.
- Eu me preocupo com essa geração que já nasceu nesta “era”. Alguns não conhecem nada de mundo. Não sabem de onde vem o que está nas prateleiras do supermercado, não sabem brincar, se relacionar. O maior vínculo se dá com seu smartphone ou tablet.
Isso não é assustador?
- Vivemos em um mundo onde parecer supera o ser.
Há um tempo, alguns preferiam Ter a Ser. Hoje já é possível preferir Parecer a SER.
- Pra onde estamos caminhando? Aonde iremos parar?
E pra você, o virtual supera tudo? Ele suprime o básico?
Nenhum afago é substituído por um “cutucar”.
Nenhum abraço de parabéns e uma palavra de incentivo falada com intensidade são substituídos por um “curtir”.
Nenhuma bronca, ou pedido de perdão é substituído por um “descurtir”.
Não bloqueie as pessoas que te cercam, não oculte o abraço, não desative as notificações das conquistas diárias de seus filhos, pais, amigos.
Se houver um apagão, ou se a internet ficar “fora” por uns dias, você poderá concluir que a vida real faz falta, e que viver de verdade ainda é a melhor alternativa.
Que é ser GOSPEL?
Cada vez menos consigo encontrar uma definição para isso.
Algumas noticias que tenho lido sobre este “título” me fazem pensar que gospel é quem usa deste meio para obter fama ou sucesso.
Em alguns momentos vejo cantores em decadência na sua carreira (funk, sertanejo, pop) se tornando evangélicos “da noite para o dia” e se lançando na carreira gospel.
Quem sou eu para julgar atos e corações? Ninguém! Só Deus tem esse poder. Estou apenas questionando.
Este “mundo” tem se desvirtuado, se tornado sinônimo de espetáculos e muito dinheiro.
Mas um cristão autêntico não pode ser rico e bem sucedido? Pode sim. Todos devem buscar ser o melhor e dar o melhor exemplo em qualquer profissão.
O que me faz refletir e questionar é: o foco, a prioridade. Um cantor, um advogado, médico ou professor, pode sim ser bem sucedido. Mas quando você se coloca como cristão na sua profissão, isso não deve ser apenas um rótulo para atrair um grupo. Deve ser a sua verdade, o seu principio de vida.
Só acho...
Algumas noticias que tenho lido sobre este “título” me fazem pensar que gospel é quem usa deste meio para obter fama ou sucesso.
Em alguns momentos vejo cantores em decadência na sua carreira (funk, sertanejo, pop) se tornando evangélicos “da noite para o dia” e se lançando na carreira gospel.
Quem sou eu para julgar atos e corações? Ninguém! Só Deus tem esse poder. Estou apenas questionando.
Este “mundo” tem se desvirtuado, se tornado sinônimo de espetáculos e muito dinheiro.
Mas um cristão autêntico não pode ser rico e bem sucedido? Pode sim. Todos devem buscar ser o melhor e dar o melhor exemplo em qualquer profissão.
O que me faz refletir e questionar é: o foco, a prioridade. Um cantor, um advogado, médico ou professor, pode sim ser bem sucedido. Mas quando você se coloca como cristão na sua profissão, isso não deve ser apenas um rótulo para atrair um grupo. Deve ser a sua verdade, o seu principio de vida.
Só acho...
Assinar:
Postagens (Atom)




