Triste e aflito coração... O que se faz?? Chora!! Desabafa!! Reclama!! Lamenta!!
Num dia desses, coração apertado, lágrimas incessantes, sonhos “acabados”. Resolvi comentar que não estava bem com um amigo. Ele comentou que estava lendo um livro e que estava gostando. Tenho esse hábito, gosto de ler. Pensei, talvez seja um bom momento para tirar o pó de algum desses livros que comprei e nunca li. Foi aí que “saltou”em minhas mãos um livro bastante condizente com a situação.
Dias Melhores virão – Como curar a dor e reconquistar a esperança quando nada parece dar certo, de Max Lucado.
Vou transcrever um trecho aqui:
“NO SILÊNCIO DEUS FALA
Quando estamos magoados, às vezes encontramos a cura falando sobre essa mágoa – com um amigo,com um conselheiro, com Deus. Mas, por fim, chega o momento de parar de falar e começar a ouvir.
Há vezes em que falar é violar o momento... Nesses casos, o silêncio representa maior respeito. O termo que mais bem define instantes como esses é reverência.
Essa foi a lição de Jó – o homem na Bíblia mais tocado pela tragédia e pelo desespero – aprendeu. Se Jó tinha um defeito, seu defeito era a língua. Ele falava demais.”(p.69)
...
“Sou mais apreciador da terra firme do que um marinheiro, mas já andei de barco o suficiente para saber qual é o segredo para encontrar terra em meio a uma tempestade... Você não mira outro barco; é claro que não fita as ondas; tem em perspectiva um objeto não afetado pelo vento – uma luz na praia – e vai em direção a ela. A luz não é afetada pela tempestade.
Ao buscar Deus você faz o mesmo. Quando você tem em perpectiva o nosso Deus, se concentra naquele que vence qualquer tempestade que a vida pode trazer.
Como Jó, não encontra paz na dor.
Como Jó, você cobre sua boca e fica quieto.
“Parem de lutar! Saibam que eu sou Deus!”Salmo 46.10
“O barco da fé viaja em águas tranquilas. A crença anda nas asas da espera.” (p.72-73)
Sem mais a dizer ...
· Fonte: LUCADO, Max, 1955 – Dias melhores virão: como curar a dor e reconquistar a esperança quando nada parece dar certo. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2007.
Nenhum comentário:
Postar um comentário